terça-feira, 23 de novembro de 2010

A estética na sociedade contemporânea



Vamos raciocinar por alguns instantes sobre o que seria a beleza? Será possível a definirmos? ou temeremos cair direto no poço da subjetividade? Se consiguimos colocar a beleza como arte, talvez teríamos um grande feito, trariamos luz ao mundo.
Mas vamos adiante, qual essência ideal do belo? teria um caráter sensível? Talvez seja apenas um ideal universal. Quais as características do belo que nos torna agradável?
Ao belo reserva se o direito de ser o gosto individualizado, democraticamente eleito por cada indivíduo. Ou ainda poderíamos chegar ao senso de que "tudo aquilo que depende do gosto e da opinião" pessoal não pode ser discutido: O tal do "Gosto não se discute", nessa condição o belo transfigura sua condição de objeto.
Em tal dualidade o belo seria aquilo que agrada a maioria, ou simplesmente o universal? injustificavel intelectualmente? Ou o belo é simplesmente abstrato, uma situação momentânea de prazer?
O princípio estético do que seria belo e o feio tem mais contradições implícitas do que razões explícitas, daqui pode-se fazer uma alusão ao pré/conceito sofrido pela raça negra em váraias partes do globo, considerados uma "sub raça". Não precisamos ir longe, as novelas por exemplo os negros na sua maioria são subjugados como atores de quinto papel, empregadas, prostitutas, motoristas etc. (Não desmerecendo nenhuma profissão, seja ela qual for). Me nego a continuar a assistir esse mito da democracia racial no Brasil e no Mundo. O belo e o feio sempre será uma questão de gosto, com pitadas de conceitos negativos e inverídicos, utilizados levianamente afim de defender um ponto de vista ou uma idéia recortada de uma revista dessas que agente encontra nas bancas por 1,99.
                                                                                                                                    A. de Lafuente
                      

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